“ESTUDAR ANIMA MANINGUE”: Tecnologia transforma estudo em diversão para crianças – Jornal Domingo
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“Estudar Anima Maningue” é um ecossistema tecnológico educativo que combina gamificação (elementos de “design” de jogos, histórias e animações), música e conteúdos digitais para crianças dos 4 aos 8 anos de idade, criado por um grupo de jovens com experiência em sistemas tecnológicos.
A iniciativa, que começou a ganhar forma no ano passado, pretende aproximar a criança, família e tecnologia, com vista a tornar os dispositivos móveis mais presentes no dia-a-dia das comunidades.
Falando ao domingo, Alzira Xerinda, especialista em Tecnologia e Inovação e Estratega de Marketing do “Estudar Anima Maningue”, explicou que o projecto surge da necessidade de interligar a criança, família e a tecnologia, com vista a produzir soluções que estejam próximas da realidade dos petizes moçambicanos.
Acrescentou que a ideia é inserir conteúdos que possam contribuir para o desenvolvimento deste grupo desde os primeiros anos da vida escolar, utilizando uma linguagem digital, interactiva e próxima do seu universo. “Queremos trazer conteúdos que espelhem a realidade das nossas crianças e, com isso garantir que elas consigam se envolver e participar no processo de ensino e aprendizagem”, afirmou.
Disse que embora o jogo seja uma das componentes centrais do aplicativo, não se limita a uma aplicação, pois integra também animações, personagens, histórias e música, criando um universo no qual a criança possa participar activamente.
“Este projecto envolve não apenas um jogo, mas também conceitos de animação e gamificação”, referiu. Explicou que a gamificação consiste em apresentar os conteúdos educativos de forma interactiva, permitindo que a criança não seja apenas receptora da informação, mas participe directamente no processo. “Não é apenas digitalizar o conteúdo, mas apresentá-lo de maneira que permita à criança comunicar e participar”.
A fonte sublinhou que a plataforma prevê exercícios interactivos, missões diárias, desafios, pontuações e acompanhamento do progresso. Segundo Xerinda, a intenção é utilizar esses mecanismos para estimular a participação e o gosto pela aprendizagem. .Leia mais…
